Family

Hoje é véspera de Natal. E eu pensei em vários assuntos para escrever este texto, até que me lembrei de algo que aconteceu sábado na aula de inglês. 


Estávamos estudando vocabulário sobre o Natal. Até que a professora pediu que cada um dissesse, em uma palavra, o que lhe vem a mente quando pensa em Natal. Snow, gifts, food, consumismo (ela não sabia como dizer em inglês, e eu também não me lembro da resposta da professora)... Pela ordem, eu seria a última, o que me garantiu alguns minutos para pensar: o que me vem a mente quando penso em Natal? Family.

Sim, família. Família foi minha palavra. Família reunida, em volta de uma mesa, comendo, trocando presentes... mas, família.

Com aquelas respostas pude perceber o quanto o significado do Natal pôde se perder em meio a tantas interferências (veja bem, não quero com isso dizer que estou mais ou menos certa).

Outra memória para lhe fazer entender o que pretendo dizer. Domingo na missa, ouvi: Natal não é só o nascimento de Jesus; é mais que isso. É o mistério de um Deus que se revela homem. Um Deus que se fez homem por Amor. Amor a nós, seus filhos, sua família.


Somos a família de um menino que nascerá amanhã, e que é Deus, e que é homem. Somos uma humanidade filha de um Amor sem medida.

E como eu lido com isso? E você? Como temos nos amado uns aos outros? E amor está além de religião! Claro que eu não saio por aí distribuindo free hugs, não definitivamente. Mas, aí do seu computador, como você tem amado a sua família? Essa da mesma casa e aquela lá de fora. Estou me perguntando aqui. Pergunte-se aí também.

Feliz Natal.
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