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Pote de Sorrisos

Eu estava tomando café da tarde ontem com uma amiga (benefícios de quem trabalha em casa) e ela me mostrou um vídeo no Youtube sobre o Pote de Sorrisos.

Funciona assim, a cada dia, você coloca um papelzinho dentro do pote com um acontecimento que lhe fez sorrir naquele dia. A moça do vídeo estava abrindo o pote dela do ano de 2015, eu aqui vim mostrar o meu pote de 2016.

Esse potinho era da minha bisavó, "furtei" ele da minha mãe, será mais especial ainda guardar sorrisos nele!
Yes, farei um para mim. E convido você a fazer um pra você também. Acho que vai ser legal para a gente. Por dois motivos:

1) Às vezes, estamos envolvidos em situações ou fases ruins da vida e não reparamos em pequenos milagres do cotidiano. Coisas que merecem ser contempladas e lembradas. Acho que relembrar o que aconteceu durante o dia será um excelente exercício, principalmente de agradecimento.

2) Acredito que, no final do ano, relembrar pequenos (ou grandes) sorrisos de meses atrás será enormemente gratificante e nos poupará daquela sensação de tempo perdido.


Bora lá, então? Me conta se você for fazer? Se quiser pode até mandar uma foto lá pela fanpage do blog!

Nós amamos o planeta - blog Um ano sem lixo

Já falei por aqui que eu gosto quando o assunto é sustentabilidade, né?! Tento colocar atitudes sustentáveis no meu dia a dia, como evitar o uso de copos descartáveis (sério, toda vez que preciso, me dói o coração), sacolas plásticas, desperdício de água e energia, reaproveitamentos, compras desnecessárias etc. Lembra que falei no começo do ano que este ano não compraria roupas, porque estava com o armário cheio delas? Lembra não, tudo bem, o post está aqui. Pois então, me mantenho firme e forte no propósito, mas este é assunto para um outro texto.

Hoje mesmo eu vim é falar do blog Um Ano Sem Lixo. Não lembro como conheci, mas achei a ideia genial. A Cristal Muniz, autora do blog, resolveu adaptar sua rotina para que não produzisse lixo ou o menos lixo possível. E ela registra tudo no blog que está cheio de ideias para quem está disposto a mudar hábitos e demonstrar o seu amor pelo planeta.


Três atitudes bem simples que a Cristal tomou e que, na minha opinião, são bem fáceis de se fazer (e todo mundo deveria fazer!):

1) Não comprar nada sem planejamento: isso além de ajudar o planeta, ajuda a vida financeira. Sempre que for comprar algo, pense se precisa daquilo, se não tem em casa etc.

2) Usar reutilizáveis ao invés de descartáveis: sacolas ecobags, copo, guardanapo de pano, talheres etc.

3) Reduzir o desperdício: comida, água, energia etc.


A Cristal já contou que desde que ela tomou essa decisão sua vida não mudou muito e que vem dando certo. Até a gatinha dela, a Nina, já está sustentável, utilizando uma areia especial, que na verdade não é areia é um tipo de serragem que segundo a própria Nina é excelente no resultado.

E, você? O que anda fazendo para contribuir com o futuro do planeta?


Eu sugiro que você visite o blog da Cristal para conhecer mais de perto a rotina dela e, quem sabe/com certeza, adotar alguma/todas as práticas pra sua vida. 

E a cama quebrou - Camas de pallet

Este final de semana, aconteceu uma catástrofe: minha cama quebrou. Assim, do nada, paft. Tudo bem que ela já era uma senhora, que eu era a terceira dona dela, mas enfim, não precisava me deixar no chão, literalmente.

O caso agora é que eu estou querendo uma cama de pallet. Sempre achei charmosa e também acredito que vai combinar com o restante da decoração do quarto, coisa que a antiga deixava a desejar.

Andei pesquisando uns modelos e uns passo a passo nesta internet de meudeuzo e separei os que mais gostei para mostrar. A ideia é que seja bem simples mesmo, ó só:






A referência das imagens e outras imagens você encontra no meu Pinterest.

Brigada de Esponjas Scoth-Brite - oportunidade para cuidar do planeta

Quem acompanha o blog, por aqui e pelas redes sociais (Insta e Face), já deve ter percebido que eu me esforço para tomar medidas que sejam ecologicamente corretas. Já até fiz um post com duas ideias sustentáveis para guardar bijuterias. Estou aprendendo.

Cuidar do planeta não é mais ideia de quem é naturalista, ou qualquer coisa assim, é necessidade para todos. Não é mais pelas próximas gerações, é por cada um de nós. Está tudo doido aí fora e já passou da hora de tomarmos atitudes para melhorar tudo isso aqui.

A ideia de hoje é sobre esponja, aquelas que usamos na cozinha. Sempre penso na quantidade de lixo produzida no mundo todo. Imagine o seguinte, na minha casa usamos uma esponja por mês, na minha rua tem 24 casas, já são 24 esponjas por mês. Imagine isso multiplicado pela quantidade de ruas do meu, do seu bairro e depois na cidade, e por aí vai...


Descobri esta semana a Brigada de Esponjas Scoth-Brite uma ideia muito legal para diminuir o problema das esponjas infinitas. Funciona assim: 

1º) Você coleta as esponjas velhas que não servem mais para o uso. Pode ser de qualquer marca. O legal é juntar uma galera que possa fazer isso.


2º) Você envia, gratuitamente, as esponjas para a Terracycle, empresa responsável pela reciclagem das esponjas.

3º) A cada esponja enviada você ganha dois pontos, cada ponto vale R$ 0,01. Os pontos são acumulados e, depois, a grana será destinada para uma escola ou entidade sem fins lucrativos escolhida por você.

Tem também um vídeo (clica aqui) que explica tudo certinho. No site da Terracycle, você encontra facilmente todas as informações para o envio, dicas para a coleta etc.

As brigadas da Terracycle são parcerias com empresas que buscam recolher os seus resíduos para que eles possam ser reciclados e, além disso, arrecadar dinheiro para organizações sem fins lucrativos e escolas. 

Agora mais uma notícia legal, existem várias brigadas, como produtos da Avon (embalagens de maquiagem e cremes), da Faber-Castell (instrumentos de escrita), da Colgate (escova de dente e tubo de pasta de dente), da Coppertone (embalagens de protetor solar) e também resíduos eletroeletrônicos. Mas não fique aí pensando na morte da bezerra porque o número de vagas é limitado!

{Carnaval} Fantasia de Abacaxi

O Carnaval está chegando quer você queira ou não. Eu não sou lá a foliã mais assídua deste lado do mundo, mas também já fui pular Carnaval e, confesso, adoro o feriado prolongado. Andando por aí, encontrei esta fantasia na internet e achei muito, muito, legal! É simples e original. Fácil de fazer. Agora quero ir a uma festa a fantasia para usar uma dessas, rsrs.


O material é muito simples.


1. Arco de cabelo
2. Rolo de papel higiênico
3. Folha de papel verde
4. Cola quente

O processo parece ser bem simples também (eu não tentei fazer!). Basta cortar as folhas em tamanhos diferentes e ir colando até que fique bem cheio.



Depois é só ajeitar, dá uma dobradinha ou enroladinha na ponta para ficar espetadinho.



Dicas

1.  Faça um teste antes para saber se o arco não vai lhe dar dor de cabeça, pelo menos comigo é difícil achar um que não dê.
2. Talvez seja melhor usar um rolo de papel toalha ou alumínio que é mais resistente.
3. Use uma folha com maior gramatura.
4. Ao invés de só colar as folhas no arco, eu reforçaria com um arame bem fino, fazendo um furo e dando a volta no arco, só para ter certeza, né.


A ideia original é daqui.

Inspirações amarelas

Porque a segunda merece ser colorida e porque amarelo tem se mostrado uma cor linda!

Amor amarelo 

{foto: Milena Reinert Fotografia}

Por um lar mais amarelo

{fonte: Copy e Paste}

{fonte: Revista Decorar mais por menos}

{fonte: fanpage do blog Homens da Casa}

{fonte: A Beatiful Mess}

{foto: Sotter Fotografia}


Festas Amarelas

{fonte: ScrapBi

{Inspirada na música Yellow Submarine dos Beatles - foto: Elen Bandeira}

{foto: Ana Claudia Nabuco}

{fonte: Lápis de Noiva}

Looks com toques amarelos

{fonte: Community}

{fonte: Lace & Locks}

Natureza amarela

{Ipê Amarelo - fonte}

{fonte}

{fonte: Design Love Fest}


{Música} Amo nossos cachos

O fato é simples, pode parecer um pouco apelativo, mas cabelo cacheado não é lá tão amado assim. Já ouvi várias pessoas dizerem que não acha bonito! Eu mesma já me rendi a uns procedimentos químicos, nunca fiquei totalmente sem os cachos, mas dei uma, digamos, diminuída no volume deles. Hoje em dia eles estão livres, apesar de ainda haver um pouquinho de química, mas ela sai, ah se sai! Graças a Deus, a moda da chapinha passou e chegaram os blacks. A galera está se assumindo cacheada e sendo feliz.

Falando sobre isso com a minha irmã, ela disse, "ah, mas qual o problema de fazer chapinha, deixa cada um cuidar da sua vida". Fato. Também concordo que cada um tem que cuidar do seu, mas dar vida aos cachos tem mais a ver com auto-aceitação, e isso sim é um problema nesta sociedade. Lá no comecinho do blog, fiz um post (este aqui) que falava sobre isso, sobre a ditadura de ser todo mundo igual, estabelecer-se um padrão e todo mundo tem que estar lá, ou então, não é lá assim tão bonito.


Eu e meus cachos ;)
Vi agorinha este vídeo da campanha da Dove. Ontem quando vi um compartilhamento dele no Facebook não dei muita trela, mas hoje resolvi assistir e me emocionei. Porque não só o amor pelos cachos está envolvido, mas também o amor de família e a aceitação do indivíduo pela sociedade. 

A música desta quinta é Love your curls (em bom português, Amo seus cachos). E eu diria mais, diria ame a si mesmo muito, mas muito mesmo!


Atualizando: Confere lá na fanpage do blog que está rolando umas participações cacheadas pra lá de especiais! :D

Atualizando 2: Aqui estão todas as meninas que cederam o direito de imagem de seus cachos para este post. Um obrigado cacheado para vocês!

Giovana
Eu bebê
Anna Cláudia
Manuela (com direitos cedidos pela mamãe)
Mariele
Fernanda

Exposição do Castelo Rá-Tim-Bum

Parece clichê, mas segunda-feira eu realizei um sonho. Sempre, sempre mesmo, quis conhecer o Castelo Rá-Tim-Bum e ser da turma do Nino e ser uma das fadas do lustre... Ah, como era (e é) legal assistir ao Castelo Rá-Tim-Bum. Quando fiquei sabendo da exposição no MIS (Museu da Imagem e do Som), que eu nem sabia que existia, tive um mini-infarto e decidi que teria que ir lá. E fui. Na prorrogação, mas eu fui. No bate e volta, mas eu fui. E foi, simplesmente, incrível, indescritível, encantador.


Eu já estava aguardando as filas e a lotação, chegamos lá às 6h10 da manhã (tarde para o programado) e já tinha fila! Depois que nós, a fila nunca mais parava de aumentar e ficou enorme. Por volta das 7h20, o moço passou com a plaquinha dizendo que os ingressos estavam esgotados. Sério. Fiquei com receio de não conseguirmos entrar ainda pela manhã, porque já estávamos com passagem marcada para às 15h. Ó, vou contar um segredo, mas não espalha. Nós fomos com o pessoal que vai para São Paulo fazer compras, assim, a passagem saiu mais barata, e como teríamos que voltar no mesmo pé que fomos, veio mais do que a calhar (#ficaadica da economia). 


Mas para o nosso encanto, meu e do Anderson (meu companheiro de mochila e amor!), conseguimos ingressos logo para a primeira turma, mais ou menos umas 7h30 já estávamos entrando. O que foi ótimo, porque ficamos bem umas duas horas lá dentro e ainda assim sobrou tempo para mais passeio, já conto lá no final do post.


Lá dentro era muito, muito, muito bacana! Muito cuidado nos detalhes e também muitas peças originais (usadas nas gravações). Mas já peço desculpas de antemão, porque as fotos com flash são proibidas (como em todos os museus), como a iluminação não era a ideal e a fotógrafa muito menos, algumas/muitas deixaram a desejar, mas tá legal assim mesmo. Confere só.




Esse é o Porteiro original.










Tinham vários documentos como este: roteiros, cartas, fax, convites, notícias de jornal...























Sei que foram muitas fotos, mas foi difícil selecionar poucas (e olha que se comparado ao montante, até que isso daqui foi pouco). Deu pra perceber a cara de criança feliz/bocó, né. Então tá. Sai de lá extremamente feliz. Foi emocionante! Todo o meu amor pelo cara que teve essa ideia e, claro, para o meu amor que foi comigo até lá!

O Castelo Rá-Tim-Bum é o programa mais premiado da tv! E também o programa infantil de maior audiência da TV Cultura. Ele foi gravado de 94 até 97, mas ficou no ar por muitos mais anos (inclusive está sendo reprisado). Seu caráter educativo (tudo sempre tinha algo a ensinar para as crianças, inclusive algumas ideias originais foram modificadas para que ficassem mais educativas) foi um marco na história da tv, tanto nacional quanto internacional.

Saindo da exposição, fomos em uma loja Harley Davidson que tem bem em frente ao museu, só para passear mesmo. Depois, fomos de ônibus até a Sé para eu conhecer a praça e a igreja. 


Antes de seguir, pausa para o lanche (a fome era enorme).
Seguindo o passeio, descemos caminhando pelo centro de São Paulo (que lugar incrível!) até o Vale do Anhangabaú, passamos em frente ao Teatro Municipal (lindo) com direito a uma espiadinha lá dentro pela janela. Por fim, fomos até a Galeria (enorme) do Rock. Aí decidimos voltar, mas tinha uma garotinha com sua família no caminho.






Já sabia da exposição da Mafalda, mas como estava cogitando a hipótese de ficar muito mais tempo para entrar no MIS, nem pensei em visitá-la. Foi uma pena, porque teria sido possível. Mas deu pra dar uma espiada no que estava acontecendo e tirar mais fotos (estava paquita neste dia, desculpem-me por isso!).

Desconsiderem: cabelo bagunçado, cara de cansada etc etc etc.
Fim do nosso passeio. Já não tínhamos forças para mais nada, estava mais suada que a porta bandeira da Mangueira no final da avenida e com o pé pra lá de doendo. Pegamos o metrô, voltamos para o ônibus e comemos, porque era a única coisa ainda possível, hahaha.
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