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{DIY Coletivo} Amigo oculto

Chegou a hora de revelar o meu amigo oculto da edição de Natal do DIY Coletivo!

Pensei nesse passo a passo porque fui bisbilhotar o blog da minha amiga (que eu não conhecia) e vi que ela adora lousa! Recentemente, ela reformou a sua cozinha e tem louzinhas por todos os lados, achei que ela iria gostar, rs. 

Se você já visitou os blogs participantes, já sabe quem é. Se você ainda não foi, lá no final do post, tem todos os links! E a minha amiga secreta é a Davenne Costa, do blog A Casa da Vila!


O passo a passo é bem simples, bem simples mesmo! Nem tem o que explicar muito, rs.

Materiais: 

Círculo de mdf ou papel paraná/couro
Tinta PVA preta
Fita de cetim
Botões
Pincel, lixa e cola quente

Passo a passo:

1) Corte os círculos do tamanho que vc desejar.


Obs. Eu fiz com papel, mas queria mesmo era ter feito com mdf para ser melhor na hora de apagar. Sabe aqueles descanso para copo (aqueles que a mãe da gente obriga a usar para não manchar a mesa)? Então, esses círculos são usados para fazer esses descansos, e você compra em loja de peças de mdf. Mas eu não encontrei aqui na minha cidade. Acredita? Deve ser por causa do final do ano, estava faltando em todas as lojas.

2) Faça um furo neles.


Eu usei esse alicate de ponta fina, mas você pode usar o que tiver aí que dê certo. Se for de madeira, você vai precisar de uma furradeira nesse momento. Aliás, se você estiver usando madeira, esse é o momento de dar uma lixadinha. Eu usei uma lixa de unha só pra acertar as beiradas e as sobras de papel que ficaram no furo.

3) Pinte com a tinta preta.


4) Espere secar.


Lembre-se de pintar dos dois lados e, se for preciso, repetir a demão de tinta.

5) Passe a fitinha, amarre e cole o botão com a cola quente.




Pronto! Agora é só escrever com giz e colocar na árvore!

Peguei a árvore da minha irmã emprestada, rs. Olha lá traz os presépios que os meus sobrinhos fizeram! 




Esses são os outros blogs que participaram do amigo oculto, eu de você ia em todos conferir os outros presentes. Ainda dá tempo de preparar lindezas para a sua ceia:

Thais - blog Coisas da Thais
Cinara - blog Nayart's
Davenne - blog A Casa da Vila
Manuela - blog Simplichique
Layde - blog Senhora Bagunça DIY
Rayssa - blog Gaveta Mix
Amanda - blog Casa Cafeína
Mariana - blog A Casa eh Sua
Ana - blog Casa Doce Casa
Sâmia - blog Joias do Lar
Fernanda - blog Casa da Dona Santa
Kellita - blog Forma Expressa
Aline - blog Pequeno Grande Apê

A Equipe SOS Decor:
Erica - blog HomeSweetener
Carla - blog The Blue Post
Juliana - blog Casa de Amados
Karen - blog Pot-pourri da Karen
Stephany - blog Feita Com Muito Esmero
Thamyrez - blog Casa Design Studio



Davenne, um abraço virtual para você! Um Feliz Natal pra todo mundo que participou do amigo oculto! E um beijo para as meninas da Equipe SOS Decor! 








Este post faz parte do projeto DIY Coletivo da Equipe SOS Decor. Pra ficar por dentro de todas as blogagens, ou participar das próximas edições, basta ficar ligado na fanpage.

{DIY Coletivo} O que vai na mala? + Carimbo artesanal

E cá estamos em mais uma edição do DIY Coletivo. Esse mês, o tema fugiu da decoração da casa para viajar para Barcelona. Como as meninas da Equipe SOS Decor, que promove a blogagem coletiva, viajaram para lá, o tema é "o que vai na mala". 


Fiquei indecisa no que fazer, até aí sem novidades, é bem por isso que todo mês demoro horrores pra publicar, sai sempre na última semana do mês, rs. Mas acho que este passo a passo vai ser realmente útil para você, porque dá para liberar a mente e mudar o desenho e a peça também. Infinitas possibilidades de dar cara nova para uma peça sua. 

Já fazia um tempo que queria ensinar a fazer este carimbo, super fácil, aqui no blog. Não sei se você se lembra, mas eu já ensinei a fazer carimbo de borracha, liga não sou #aloca dos carimbos.

O projeto desse mês é uma echarpe/lenço para você levar consigo na mala. É uma peça bem versátil, além de dar uma alegria a mais para um look básico, pode dar uma esquentadinha se o tempo esfriar a noite. Dá para usar na cabeça como turbante/faixa, dá para colocar como xale/echarpe, como lenço no pescoço, na bolsa.. enfim. E ainda, como o tecido é bem fininho, não ocupa espaço na mala!

Vamos lá? 

Você vai precisar:
- echarpe pronta ou recorte de tecido
- EVA
- pedaço de madeira
- tinta para tecido

Primeiro você tem que escolher o desenho. Eu escolhi o avião e a nuvem por conta do tema da blogagem deste mês. Então, você desenha num papel, recorta, passa para o EVA, recorta de novo e cola na madeira. Se o desenho for mais complicadinho, você pode imprimir. A nuvem que era mais fácil, nem fiz molde no papel, já desenhei direto no EVA. 



E zás, o carimbo está pronto!

Para carimbar a echarpe, eu fiz marcações no tecido com o ferro de passar. Fui dobrando até ficar mais ou menos do tamanho do desenho e vinquei com o ferro, assim consegui fazer uma espécie de estampa.

Eu comprei um tecido de 65x140cm e fiz bainha de lenço nele, mas você pode usar uma echarpe já pronta. Aqui neste link tem um passo a passo para fazer a bainha de lenço e aqui tem um vídeo ensinando a fazer esta bainha, mas com a sapatilha especial para este trabalho. Já fiz das duas formas e dá super certo, recomendo até que você leia o passo a passo, mesmo que vá fazer com a sapatilha.




Agora é só passar tinta com o pincel ou com uma esponjinha (que eu acho mais fácil) e ir carimbando, com cuidado para não borrar.





Eu fui criando um desenho (com avião de cabeça pra cá e de cabeça pra lá) de forma que a echarpe não tivesse um lado certo. 



Depois, deixa secar conforme a orientação da embalagem da tinta. E é só usar!


Essa é a Bruna, uma mocinha que tem o coração nas nuvens e aceitou ser minha modelete! Beijo e obrigada, Bruna!




O DIY Coletivo é um coletivo de blogueiras que adoram um desafio para transformar, elas mesmas, suas casas em verdadeiros "sweet homes". Aqui o bom, bonito e barato se encontram sob forma de boas ideias. Visite a fanpage do projeto. Você pode participar também!

O que é amor?

amor /ô/ v.t.: 1 é fogo que arde sem se ver 2 é ferida que dói e não se sente 3 é um contentamento descontente 4 é dor que desatina sem doer.

Quantas vezes você já pensou em definir a palavra "amor"? E quantas dessas vezes você conseguiu fazer isso, digamos, com êxito? Difícil, não é. E este texto não tem a pretensão de consegui-lo, mas sim, e talvez, de falar sobre. 

O dicionário define amor como substantivo masculino, mas pra mim ele é verbo transitivo. Desses que tem complemento e que quanto mais complemento tiver, mais significado. Amor é trato diário, quer dizer, nem sempre diariamente, mas com certeza regularmente. Também tem aquele amor que vive longe, que não se vê, mas que sempre vibra com um simples toque do pensamento.

Tem gente que acha que amor é coisa de mulher. Eu acho que amor é coisa de todo mundo para todo mundo. De homem pra mulher, de mulher pra homem, de mulher pra mulher, de homem pra homem, de menina pra mulher, de menino pra menina, de homem pra menino, de bicho pra gente, de gente pra bicho, de bicho pra bicho... É fração exponencial (eu não me lembro exatamente o que significa isso, mas este termo me faz pensar em um resultado enorme que tende sempre a crescer). 

Uma palavra que combina muito bem com amor é respeito. Parece até que eles se amam de tanto que andam juntos. E aí eu penso que o amor pode ser bem maior do que este que já falei até aqui. O amor-respeito atravessa fronteiras e gerações. E eu quero que você entenda respeito em todos, todos, os passos deste mundo.



Além disso, o amor é perseverança. Até as mocinhas da novela tem que perseverar no amor, imagina a gente que não tem maquiador particular. Perseverar é a chave para o caminho de um amor que dura muito mais do que se pode crer. Sabe o felizes para sempre? Seria clichê demais dizer que ele não existe. Então, lhe digo, ele existe, mas tira férias de vez em quando.



Este tema foi proposto pelo grupo de blogagem coletiva Rotaroots que promove uma blogosfera unida e com raízes.

{DIY Coletivo} Coisa de artista - Norma Vilar

Semana passada, neste post aqui, eu contei que fui visitar uma galeria de arte e que esta visita seria o ponta pé para o DIY Coletivo deste mês que tem como tema "Coisas de Artista". Confere? Pois então, chegou o dia de mostrar o que eu aprontei por aqui.


Pra quem leu o post já está sabendo que a artista escolhida é a Norma Vilar. Para o meu trabalho, esta árvore aí na foto, eu reuni algumas características que pude observar nas obras da Norma. Escrevi todas em um papelzinho e fui selecionando/arquitetando aquilo que poderia se encaixar em um trabalho que fosse inspirado na Norma, mas que fosse a cara do blog. Então, cheguei a uma pitangueira de pitangas amarela :D 

Do que eu pude captar (ó só, é coisa de leigo, não sou crítica de arte, obviamente), escolhi usar tons neutros e claros (azul, verde, bege) e coloquei o dourado, os tons metálicos são bem presentes nas criações da artista. Escolhi a árvore de papel machê, material também bastante usado, e porque ela estava na série "Vida" que eu tanto gostei. Queria que meu quadro pudesse ser visto com os olhos e sentido com as mãos. Enfim, vamos ao passo a passo (que ficou um pouco longo, mas com várias ideias que você pode utilizar em outros projetos).

Dividi tudo em partes para ficar mais didático (sou professora, gente, não tem jeito). Na verdade, fui fazendo misturado, enquanto um secava, fazia outra parte, mas deu certo.

1º) Fundo

O fundo é de madeira (e já foi o fundo de uma gaveta), mas acredito que você pode utilizar uma tela para pintura. Você vai precisar:

- madeira (ou tela para pintura)
- tinta PVA 
- rolo e pincel
- lixa (uma bem grossa e outra fininha)


Primeiro, eu lixei a madeira e depois fiz uma demão de tinta dourada. Quado secou, preparei a segunda demão que seria desse azul/verde. Como eu não tinha essa cor (que na verdade nem sei se existe), misturei verde, azul e branco e, pronto, tinha minha cor imaginária.

Depois foi só passar duas demãos, esperar secar e lixar para aparecer a tinta dourada. Primeiro com a lixa mais grossa para mostrar o fundo e depois com a fininha para dar acabamento.


2º) Árvore

Essa árvore foi um caso sério. Eu nunca tinha mexido com papel machê, pesquisei na internet e encarei o desafio. Mas algumas coisa não deram certo, e vou contar para você não fazer igual.

Para o papel machê, você precisa:

- papel (eu usei jornal e recortes de folha sulfite)
- cola
- liquidificador, peneira e bacia


Primeiro corta o papel em pedaços pequenos e coloca de molho. Na receita que eu vi, disse que precisava de 24 horas na água, eu acabei deixando mais (mas foi por conta de um imprevisto no caminho). Depois bate no liquidificador com a própria água do molho. É importante colocar pouco papel e bastante água, se não o liquidificador pode queimar, o meu quase queimou (!).

Depois, coloca na peneira e espreme para sair o excesso de água. Acrescenta cola e vai misturando até virar uma massa. Como eu nunca fiz, não sei se esse é o ponto ideal, talvez tenha que ficar um pouco mais molhado, mas assim eu consegui trabalhar bem.

O próximo passo para a árvore foi fazer o desenho em um papel, para ir modelando aos poucos.


E aí morou o problema! Deixei a árvore secar no papel para depois pintar e recortar e, então, colar no fundo do quadro. Mas a hora que eu fui recortar, ela quebrou! Consegui arrumar, mas deu um trabalhão. Acredito que da próxima vez eu faria um desenho sim, mas recortaria-o antes de colocar o papel machê. Antes que você me pergunte, não coloquei direto na madeira porque na hora de pintar iria borrar tudo. Olha só a cirurgia para consertar tudo.



O jeito foi colar com cola quente (ainda assim sobraram uns pedaços) e onde foi preciso coloquei papel machê (como um remendo mesmo). Depois pintei esses pedaços e mais algumas marcas, apagando os vestígios do acidente. Ah, essa parte já fui colando direto no fundo.

3º) Enfeites

Para fazer as pitangas escolhi os fuxicos. Coisa simples de fazer, você só precisa de tecido, linha e agulha.


As folhinhas da árvore foram feitas de feltro, além de ser a cor que eu tinha aqui que mais combinava era também uma superfície diferente, com textura diferente, para ser tocada.



As pedrinhas são essas de areia que eu lindamente peguei da calçada do vizinho. Depois foi só lavar, secar e pintar com tinta spray dourada, a mesma que usei no fundo do quadro.


Por último, mas não menos importante o balanço. Sempre que desenho uma árvore eu coloco um balanço nela, então, essa daqui não poderia ficar diferente. 

Eu usei:

- cordão de São Fancisco (mas um barbante dá também)
- pedacinho de madeira
- cola quente

As fotos ficaram bem explicativas.


Agora é hora de colocar tudo junto para fazer uma mistura legal.


Eu colei tudo com a velha e boa cola quente (um beijo pra ela que, apesar de ótima, queimou meu dedo). O balanço eu só colei em cima, pra ficar balançando mesmo, e eu adorei assim!


Depois, as pedras.


As folhas.


E, por último, as pitangas.


E, zás!


Agora, decorando a parede do Ateliê Pitanga Amarela, uma pitangueira de pitangas amarelas <3


Se você quiser saber mais sobre o grupo DIY Coletivo é só visitar a fanpage. Todo mundo pode participar! Mesmo se você não tiver blog, é uma oportunidade super legal, você vai gostar. 

E, se você não viu o post anterior do passeio na galeria, vai lá ler e conhecer um pouco mais da Norma Vilar! 

Norma Vilar - uma galeria e uma artista

Hoje quero relatar para você uma experiência que tivemos (eu e o namorado) a semana passada: visitar uma galeria de arte!


Mas primeiro vou explicar como chegamos até lá. O ano passado frequentei alguns cursos no Sebrae (já em vista de me preparar para o trabalho com a loja), em uma das palestras, vi uma mulher com um uniforme "Galeria de Arte Norma Vilar". Fiquei curiosa, o que não é novidade, e fui pesquisar no Google, o que também não é novidade. Encontrei site, fanpage e um jardim lindo! A partir de então, comecei a acompanhar à distância o trabalho da Norma Vilar, uma artista plástica incrivelmente talentosa que, ó, mora aqui do lado.

A escola onde estudo Inglês, a CCLi, regularmente promove eventos culturais voltados para cada uma das línguas estudadas lá, assim cheguei à palestra: "Sensibilidade, Criatividade e Empreendedorismo: Empreendendo com Artes Plásticas" com a Norma Vilar.

Na palestra, que aliás, foi sensacional!, a Norma convidou a todos para irem até a galeria conhecer seu espaço/trabalho. Depois dessa, eu, que já estava cheia de vontade de ir, recebi um ultimato da vida para tomar uma atitude: o tema do DIY Coletivo deste mês é "Coisas de Artista". Precisei de uns três minutos pensando qual artista escolheria para inspirar a criação deste mês até chegar à Norma. Olha só a oportunidade, ir até a galeria ver os trabalhos de perto para poder me inspirar e falar para o mundo de uma artista aqui da minha cidade.

Tá, tudo bem vai, verdade seja dita, o mundo já conhece a Norma Vilar. Não sou eu que vou fazer isso. Sua obra já viajou (e viaja) por vários lugares do mundo, como Paris (no Louvre!), Dubai, EUA, México, Inglaterra, Lisboa e, claro, São José do Rio Preto (minha cidade linda e quente).


Bom, vamos ao passeio à galeria. Ao som de Marisa Monte, fomos recebidos pelo Jefferson e pela Frida, uma gatinha simpática e charmosa. O Jefferson foi nos guiando pelo espaço e apresentando as obras e as suas histórias. A Norma tem mais de 25 anos de carreira e, consequentemente, uma história profissional riquíssima.




Ela é uma artista muito versátil que trabalha com materiais diversos. E uma das caraterísticas que mais me identifiquei (além dessa de gostar da versatilidade) é que ela usa em suas obras materiais reutilizados. Muitos trabalhos são feitos com papel machê, por exemplo.














Quero falar também da exposição "Vida". Pensa assim, geralmente quando visitamos uma exposição ou um museu não se pode tocar em nada (em certos pontos dá para entender), mas nesta exposição pode! Muito legal! Fantástico tocar a obra e sentir as texturas. Agora pensa assim, o Instituto dos Cegos foi visitar a exposição. Chega a ser emocionante pensar em como a arte é ampla e acessível. Se eu amei tocar, imagine eles. Olha essas fotos (divulgadas na fanpage da galeria).



E este quadro de bailarina tem todo o meu amor!



Ah, a visita terminou de um jeito que nem te conto: café com a Norma! Sim, a própria artista te recebe, muito bem por sinal. Nos convidou para conhecer o seu ateliê e depois tomamos café e batemos papo. (Estou me segurando aqui para não colocar a hashtag #beijinhonoombro, mas vai que ela lê o post, né, melhor não arriscar).

O espaço é tão lindo, pensado nos mínimos detalhes, que realmente é uma grande obra de arte, desde a calçada até o porta copos.






Bom, eu digo que você deve ir lá conhecer com seus próprios olhos (e mãos) a Galeria, as obras, a Norma, o Jefferson e a Frida. O espaço é aberto para visitas, de segunda a sexta, das 8 às 18h, é só ligar no telefone 3231-0674 e agendar. Fica na Rua Raul de Carvalho, 3995, bairro Santos Dummont aqui em Rio Preto.

Ah, agora aguardem cenas do próximo capítulo. Vou preparar uma peça para decorar a minha casa inspirada nas obras da Norma. Eita responsabilidade!
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